sábado, 30 de março de 2024
As consequências da ressurreição de Cristo
quarta-feira, 27 de março de 2024
Tu não sabes o quanto eu amo-te
terça-feira, 26 de março de 2024
CAIFÁS e JESUS DE NAZARÉ
"Algo terrível aconteceu a Caifás. A religião abandonou o domínio do respeito pela pessoa. Para Caifás o sagrado tornou-se instituições, estruturas e abstrações. Ele dedica-se ao povo, de modo que indivíduos de carne e osso são dispensáveis. Caifás dedica-se à nação. Mas a nação não sangra como Jesus. Ele dedica-se ao Templo — impessoais cimento e pedras. Caifás tornou-se impessoal ele mesmo, não mais um ser humano caloroso, mas um robô, tão rígido e inflexível quanto seu mundo imutável.
A escolha normalmente apresentada aos cristãos não é entre Jesus e Barrabás. Ninguém quer se identificar com quem é tão obviamente um assassino. A escolha com a qual temos de ser cuidadosos é entre Jesus e Caifás. E Caifás nos engana. Ele é um homem muito "religioso". O espírito de Caifás é mantido vivo em todos os séculos nos burocratas religiosos que condenam sem hesitação gente boa que quebrou leis religiosas ruins. Sempre por uma boa razão, é claro: pelo bem do templo, pelo bem da igreja. Quanta gente sincera já foi banida da comunidade cristã por religiosos ávidos de poder com um espírito tão entorpecido quanto o de Caifás?
O espírito embotador da hipocrisia vive nos clérigos e políticos que desejam ter uma boa imagem sem serem de facto bons; vive nas pessoas que preferem entregar o controle das suas vidas a regras a correr o risco de viver em união com Jesus”.
O evangelho maltrapilho. p. 66
terça-feira, 19 de março de 2024
A DEFINIÇÃO DE UM HOMEM SANTO
2. O homem santo se esforçará para evitar TODO o pecado conhecido e guardar cada um dos mandamentos revelados. Terá uma decidida disposição mental para Deus, um desejo sincero de fazer a sua vontade, um medo maior de desagradar a Ele do que desagradar ao mundo.
3. O homem santo lutará para ser igual ao nosso Senhor Jesus Cristo.
4. O homem santo seguirá a mansidão, a resignação, a bondade, a paciência, a disposição amável e o domínio de sua língua. Suportará muito, tolerará muito, passará muito por alto e será lento para falar de afirmar os seus direitos.
5. O homem santo seguirá a temperança e a abnegação. Esforçar-se-á em fazer morrer os desejos do seu corpo, crucificará a sua natureza desumana com os seus afetos e inclinações, porá freio às suas paixões, reprimirá as suas tendências carnais.
6. O homem santo esforçar-se-á por fazer cumprir a regra de ouro, que consiste em fazer aquilo que gostaria que o próximo lhe fizesse.
7. O homem santo seguirá uma atitude misericordiosa e benevolente para com os demais.
8. O homem santo seguirá o temor do Senhor. (Este temor é o temor do filho que ama tanto o Pai que não quer decepcioná-lo).
10. O homem santo seguirá a fidelidade, concernente a todos os deveres e relações da vida. Homens santos deveriam colocar como meta: fazer o bem, sentir vergonha quando se permite realizar algo de maneira errada. Deveriam esforçar-se por serem bons maridos, bons pais e bons filhos, bons empregadores e bons empregados, bons vizinhos, bons súditos, bons em privado, bons em público, bons no lugar de trabalho, bons no lar.
11. O homem santo esforçar-se-á por ter seus olhos completamente postos em coisas do alto, aspirará por viver como alguém que tem um tesouro na eternidade e por passar por este mundo como um estrangeiro e peregrino que viaja para o seu lar. Aspirará por ter comunhão com Deus em oração, na Bíblia, na reunião do seu povo. Estas coisas serão o principal deleite do homem santo. Valorizará cada coisa, cada lugar, cada companhia, segundo a medida em que os mesmos o aproximem mais de Deus.
J.C. Ryle (Bispo Anglicano)
sábado, 16 de março de 2024
Que Jesus é Este?
Jesus não anunciou a vinda do Reino
com armas nas mãos. Não feriu — curou. Não decretou a luta de classes, nem
promoveu guerra santa em nome de qualquer libertação social. Não veio para
dominar, mas para servir. Rejeitou todo tipo de poder opressor, renunciou à
violência, denunciou a manipulação das pessoas e combateu a coação. Não se
alinhou a grupos sociais, partidos políticos ou sistemas religiosos.
Jesus é revolucionário no sentido
mais verdadeiro e radical da palavra. Ele revoluciona pelo modo de pensar,
falar e agir. Sua maneira de ser nos transforma de dentro para fora,
recolocando em seu devido lugar nossas estruturas políticas, econômicas, sociais,
culturais e religiosas — tantas vezes marcadas pela injustiça, opressão e
desumanização.
Ele confronta a falsa religião que
oprime: aquela que produz discípulos em série, que se curva ao consumismo ou
sufoca a liberdade de pensar. Indigna-se contra a religião que cria relações
parasitárias, alimenta disputas denominacionais e promove um messianismo
coercitivo.
Jesus veio romper com essas forças.
Veio humanizar o que foi desumanizado. Quanto mais nos aproximamos dEle, mais
somos alcançados pela graça de Deus. Enquanto estruturas religiosas de poder
excluem faltosos e pecadores, Ele acolhe, transforma e converte, libertando o
ser humano para aprender a servir — como Ele serviu.
Mas não nos enganemos: não há
conversão a Ele sem entrega plena e incondicional. Somente a mensagem da cruz e
da ressurreição dá sentido à vida daqueles que, sinceramente, desejam
conhecê-lo.
Esse é Jesus. Fora dEle, restam
caricaturas — e delas já estamos cansados. São sombras que amedrontam e
escravizam a humanidade.
Rev. Luiz AC Bueno
sábado, 2 de março de 2024
VOCÊ NÃO DEVE SER CRISTÃO
Francisco de Assis e nós
A IGREJA DE CRISTO É MAIOR DO QUE VOCÊ PENSA
AUTOCONFIANÇA
Ser
de Cristo não é uma tese que defendemos, nem uma frase de efeito que repetimos
para nós e para outros. Mas é o culminar de uma luta interior, travada dentro
de nós, resultado da perseverança pessoal, na mortificação da natureza falida e
miserável, alimentando virtudes eternas, impercetível para o ser humano natural
e para a lógica filosófica.
Devemos
estar tão seguros de nossa fé, quanto segura for a nossa determinação de lutar
contra os males que vivem dentro de nós. A luta interior jamais acaba enquanto
estivermos cá e somente terá o seu coroamento no encontro eterno com Cristo, se
com paciência lutarmos.
Enquanto
estivermos cá, estaremos sempre vulneráveis por palavras e imagens, propagandas
falsas, oratórias inebriantes que querem nos levar a acreditar que somos salvos
sem nos preocuparmos com o que fazemos em nosso dia-a-dia e em nossa conduta
diante do próximo. As palavras entorpecem, da mesma forma como uma bebida forte
pode levar-nos a embriaguez.
Por
isso, devemos pensar inúmeras vezes se nossa segurança está fundamentada em
livros, comentários ou mesmo nos pregadores atuais e sempre nos avaliar
pessoalmente porque podemos dar mais valor ao tempo decorrido de nosso batismo
até hoje, sem que alguma mudança tenha sido operada para melhor dentro de nós.
De nada irá resolver se tivermos esperado mais nestas coisas do que em nosso
combate interior.
Vivemos
saturados de informações, mas elas não irão nos conduzir aos braços de Cristo,
nem mesmo se ouvirmos bons sermões. Estes não tem poder para isso. Esses
elementos podem ser ferramentas a nosso favor uma vez que o Espírito Santo se
utilize delas, mas se o nosso coração não for marcado pela luta interior,
estaremos eternamente nos braços das trevas.
Portanto,
necessitamos descer de nosso pedestal, curvarmos nosso pescoço, envergarmos a
nossa coluna e clamarmos constantemente: "Tenha piedade de mim, Senhor,
por que sou um pecador". Este é o segredo para que não vivamos enganados
pelo nosso próprio coração.
Ressurreição e Missão
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