sábado, 30 de março de 2024

As consequências da ressurreição de Cristo

Várias mensagens e pregadores tratam da ressurreição de Cristo como a sua grande vitória sobre a morte. Outras espiritualizam este evento a dizer que assim como Cristo venceu a morte, devemos também receber a vitória sobre as adversidades e tempestades da vida. Outras ainda, trazem a lembrança de que embora Cristo tenha ressuscitado, Ele abriu caminho para um renascimento espiritual e algumas trazem a ideia de que a páscoa é apenas a festa judaica sem conotações com o Cristianismo. A páscoa cristã que envolve a ressurreição de Nosso Senhor vai muito mais além.

Embora a Páscoa seja historicamente uma festa judaica, foi nesta que Jesus de Nazaré cumpriu a justiça de Deus e revelou-nos o “Mistério Pascal”. Seguindo o ensino dos Apóstolos e dos Pais da igreja, a fé cristã se fundamenta na morte e na ressurreição do Senhor. Eles sempre proclamaram e ensinaram que Jesus Cristo, morreu e ressuscitou e ampliaram o evento histórico, trazendo até nós as suas consequências.

Afinal, quais são as consequências espirituais, doutrinárias e universais da ressurreição?

Em primeiro lugar, sendo a ressurreição um evento físico, significa que Cristo está ressuscitado corporalmente e glorificado nos mais altos céus e irá retornar para inaugurar o seu reino eterno, físico e real como prometeu aos seus discípulos a dizer: "E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide, até aquele dia em que o beba novo convosco no reino de meu Pai" (Mt26:29).

Em segundo lugar, a ressurreição de Cristo permitirá que todos ressuscitem em seus próprios corpos. Ele afirma: "Não vos maravilheis disto; porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação (Jo5:28,29). E ainda o apóstolo S. João afirma: "amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. (1Jo3:2). Retornaremos a viver a vida em nossos corpos porque Cristo ressuscitou.

Em terceiro lugar, o céu é um estado intermediário. As almas dos que já morreram, aguardam em louvor e adoração. Quando o Senhor voltar, reunirá estas almas aos seus corpos, miraculosamente. Os que fizeram o bem estarão para sempre com Senhor físicamente. O apóstolo S. Paulo nos diz: "...os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu [...] e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. (1 Ts 4:15-17)

Em quarto lugar, haverá o retorno à sua criação original. Quando em Adão todos perderam a imortalidade e eternidade, agora em Cristo, não somente o corpo obterá a eternidade plena, mas também toda a criação será restaurada participando da natureza divina. S. Paulo nos afirma: "Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada. Porque a ardente expectativa da criação espera a manifestação dos filhos de Deus. Porque ela ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, na esperança de que também a mesma criação será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo". (Rm8:18-23)

Portanto há esperança. Renovemos nossa fé. Esperemos Aquele dia quando tudo isso vier a acontecer. Essas são as verdades sobre a ressurreição. Qualquer outra mensagem menor ou diferente desta empobrecerá a mensagem da salvação e consequentemente o desvio da verdade. 

quarta-feira, 27 de março de 2024

Tu não sabes o quanto eu amo-te

Tu não sabes quanto eu amo-te. O momento em que tu pensas que percebes é o momento em que não percebes. Eu sou Deus e não homem. Tu falas aos outros a meu respeito: diz que eu sou um Deus amoroso. Tuas palavras são conversa-fiada. 

Minhas palavras estão escritas no sangue do meu Filho. Quando tu vieres a mim com estudado profissionalismo, exporei teu amadorismo grosseiro. Quando tentares convencer outros de que sabes do que está a falar, irei mandar-te calar a boca e cair de cara no chão. Tu dizes que sabes que te amo: Tu sabias que cada vez que me dizes que me ama eu digo: obrigado? 

Tu alegas saber o que compartilhamos quando Jesus retirou-se para um lugar deserto e passou a noite na encosta de uma colina comigo? Tu sabes de onde veio a inspiração de lavar-os-pés dos doze discípulos? Tu entendes que, motivado apenas pelo amor, teu Deus tornou-se teu escravo no Cenáculo? Tu te ressentes da ordem divina dada a Abraão de oferecer seu único filho Isaque no monte Moriá? Tu sentes alívio quando o anjo intervém, a mão de Abraão é detida e o sacrifício não é levado a cabo? 

Tu te esqueceste que naquela sexta-feira-santa nenhum anjo interveio? O sacrifício foi levado a cabo e o meu coração foi partido. Tu tens a consciência de que eu tive de ressuscitar meu Filho dos mortos na manhã de Páscoa porque meu amor é eterno? Tu estás também seguro suficientemente de que eu também o ressuscitarei, meu filho-adotivo? 

(O evangelho maltrapilho, Brennan Manning)

terça-feira, 26 de março de 2024

CAIFÁS e JESUS DE NAZARÉ

"Algo terrível aconteceu a Caifás. A religião abandonou o domínio do respeito pela pessoa. Para Caifás o sagrado tornou-se instituições, estruturas e abstrações. Ele dedica-se ao povo, de modo que indivíduos de carne e osso são dispensáveis. Caifás dedica-se à nação. Mas a nação não sangra como Jesus. Ele dedica-se ao Templo — impessoais cimento e pedras. Caifás tornou-se impessoal ele mesmo, não mais um ser humano caloroso, mas um robô, tão rígido e inflexível quanto seu mundo imutável. 

A escolha normalmente apresentada aos cristãos não é entre Jesus e Barrabás. Ninguém quer se identificar com quem é tão obviamente um assassino. A escolha com a qual temos de ser cuidadosos é entre Jesus e Caifás. E Caifás nos engana. Ele é um homem muito "religioso". O espírito de Caifás é mantido vivo em todos os séculos nos burocratas religiosos que condenam sem hesitação gente boa que quebrou leis religiosas ruins. Sempre por uma boa razão, é claro: pelo bem do templo, pelo bem da igreja. Quanta gente sincera já foi banida da comunidade cristã por religiosos ávidos de poder com um espírito tão entorpecido quanto o de Caifás? 

O espírito embotador da hipocrisia vive nos clérigos e políticos que desejam ter uma boa imagem sem serem de facto bons; vive nas pessoas que preferem entregar o controle das suas vidas a regras a correr o risco de viver em união com Jesus”. 

O evangelho maltrapilho. p. 66

terça-feira, 19 de março de 2024

A DEFINIÇÃO DE UM HOMEM SANTO

1. A Santidade é o hábito de ser de um mesmo parecer com Deus, segundo a descrição que encontramos na Bíblia, a Sua Palavra. Representa o costume de estar de acordo com Deus em Seu juízo, aborrecer o que O aborrece, amar o que Ele ama e medir tudo no mundo com a norma da Sua Palavra.

2. O homem santo se esforçará para evitar TODO o pecado conhecido e guardar cada um dos mandamentos revelados. Terá uma decidida disposição mental para Deus, um desejo sincero de fazer a sua vontade, um medo maior de desagradar a Ele do que desagradar ao mundo.

3. O homem santo lutará para ser igual ao nosso Senhor Jesus Cristo.

4. O homem santo seguirá a mansidão, a resignação, a bondade, a paciência, a disposição amável e o domínio de sua língua. Suportará muito, tolerará muito, passará muito por alto e será lento para falar de afirmar os seus direitos.

5. O homem santo seguirá a temperança e a abnegação. Esforçar-se-á em fazer morrer os desejos do seu corpo, crucificará a sua natureza desumana com os seus afetos e inclinações, porá freio às suas paixões, reprimirá as suas tendências carnais.

6. O homem santo esforçar-se-á por fazer cumprir a regra de ouro, que consiste em fazer aquilo que gostaria que o próximo lhe fizesse.

7. O homem santo seguirá uma atitude misericordiosa e benevolente para com os demais.

8. O homem santo seguirá o temor do Senhor. (Este temor é o temor do filho que ama tanto o Pai que não quer decepcioná-lo).

9. O homem santo seguirá a humildade. Desejará com atitude modesta considerar todos os demais como superiores a ele mesmo. Verá mais maldade em seu próprio coração que em nenhum outro no mundo.

10. O homem santo seguirá a fidelidade, concernente a todos os deveres e relações da vida. Homens santos deveriam colocar como meta: fazer o bem, sentir vergonha quando se permite realizar algo de maneira errada. Deveriam esforçar-se por serem bons maridos, bons pais e bons filhos, bons empregadores e bons empregados, bons vizinhos, bons súditos, bons em privado, bons em público, bons no lugar de trabalho, bons no lar.

11. O homem santo esforçar-se-á por ter seus olhos completamente postos em coisas do alto, aspirará por viver como alguém que tem um tesouro na eternidade e por passar por este mundo como um estrangeiro e peregrino que viaja para o seu lar. Aspirará por ter comunhão com Deus em oração, na Bíblia, na reunião do seu povo. Estas coisas serão o principal deleite do homem santo. Valorizará cada coisa, cada lugar, cada companhia, segundo a medida em que os mesmos o aproximem mais de Deus.

J.C. Ryle (Bispo Anglicano)

sábado, 16 de março de 2024

Que Jesus é Este?

Jesus não anunciou a vinda do Reino com armas nas mãos. Não feriu — curou. Não decretou a luta de classes, nem promoveu guerra santa em nome de qualquer libertação social. Não veio para dominar, mas para servir. Rejeitou todo tipo de poder opressor, renunciou à violência, denunciou a manipulação das pessoas e combateu a coação. Não se alinhou a grupos sociais, partidos políticos ou sistemas religiosos.

Jesus é revolucionário no sentido mais verdadeiro e radical da palavra. Ele revoluciona pelo modo de pensar, falar e agir. Sua maneira de ser nos transforma de dentro para fora, recolocando em seu devido lugar nossas estruturas políticas, econômicas, sociais, culturais e religiosas — tantas vezes marcadas pela injustiça, opressão e desumanização.

Ele confronta a falsa religião que oprime: aquela que produz discípulos em série, que se curva ao consumismo ou sufoca a liberdade de pensar. Indigna-se contra a religião que cria relações parasitárias, alimenta disputas denominacionais e promove um messianismo coercitivo.

Jesus veio romper com essas forças. Veio humanizar o que foi desumanizado. Quanto mais nos aproximamos dEle, mais somos alcançados pela graça de Deus. Enquanto estruturas religiosas de poder excluem faltosos e pecadores, Ele acolhe, transforma e converte, libertando o ser humano para aprender a servir — como Ele serviu.

Mas não nos enganemos: não há conversão a Ele sem entrega plena e incondicional. Somente a mensagem da cruz e da ressurreição dá sentido à vida daqueles que, sinceramente, desejam conhecê-lo.

Esse é Jesus. Fora dEle, restam caricaturas — e delas já estamos cansados. São sombras que amedrontam e escravizam a humanidade.

 

Rev. Luiz AC Bueno


sábado, 2 de março de 2024

VOCÊ NÃO DEVE SER CRISTÃO

Rejeite o cristianismo por cinismo, se você quiser. Dê as costas a ele por acreditar que a Realidade é maligna e punitiva. Escolha um deus que é caprichoso, vingador e descuidado ou determinado a colocar o homem no seu lugar, se um deus assim é mais do seu agrado. 

Se não é capaz de aceitar a idéia de que o amor está no cerne do universo, esse é um direito seu. Se não crê que o Absoluto deseja apaixonadamente ser nosso amigo, então fique, por favor, à vontade para rejeitar essa noção aparentemente absurda. 

Se não crê que possuímos entusiasmo, força, coragem e criatividade necessários para amar uns aos outros como amigos, então jogue depressa essa idéia na lixeira. E se você acha ridículo crer que a vida triunfará sobre a morte, então não perca tempo com o Cristianismo, por que você não pode ser um verdadeiro cristão se não acreditar nisso. (Brennan Manning)

Francisco de Assis e nós

Desconfia das pedras e ama os pássaros...ensina a tua alma amiga a gostar dos ventos, vive profunda indefesamente a ciência da esperança. Ela é fiel e a mais lúcida de tuas irmãs, ela vive a medida da desmedida e ousa contemplar o segredo do tempo. 

Ensina a teus passos a caminhar nos sonhos quando vier a hora definitiva, estarás mais próxima. Não temas a proximidade da morte, guarda a tua emoção como louvor à grandeza da vida. Quando vês um pobre, ele te julga, tu te julgas, Deus te julga. É a hora da misericórdia. A bondade, esta fecunda a imensa existência na qual a vida chega a se abraçar com a morte a fim de vencê-la. 

Só te inclines diante de Deus, ou diante de alguém que sofra, o resto é idolatria...

Estamos na travessia, sofre e alegra-te com a inquietação das águas. Admira a beleza do mar e não sejas bobo em pedir às vagas e espumas a quietude de um porto. Vives o tempo da coragem, a música do risco. 

Teu sangue nas veias ignora o que seja a imobilidade e por isso vives. E essa é a mais fiel imagem do Infinito e Ardente Cristal. O tempo assiste a luta entre o afeto e o medo. O tempo te desafia, clamando: abraça-me ou adormece. 

Amar, único verbo sereno a mover-se, sobre a certeza da eternidade. (Francisco de Assis)

A IGREJA DE CRISTO É MAIOR DO QUE VOCÊ PENSA

A igreja é muito, mas muito maior do que pensamos ou já vimos com seus próprios olhos. A igreja não depende do seu tamanho, vigor espiritual, se ela possui um culto mais ou menos formal, se nele oramos de joelhos ou em pé, se há uma liturgia aberta ou fechada, se a igreja tem muito dinheiro ou não, se é conhecida ou não. 

A igreja é maior do que imaginamos, não por causa de qualquer estratégia humana, mas tão somente por causa da graça de Deus que salva e abriga milhões e milhões de pessoas que sinceramente compreendem-se como alvo do amor incondiconal de Deus e de sua eterna misericórdia.

Por isso, a igreja é maior do que pensamos. Segundo Jesus, ela não é formada pelos fariseus do século XXI, dos coronéis eclesiásticos e dos líderes religiosos que perderam-se na frivolidade, no desejo de serem célebres, que criaram seus guetos denominacionais, que construiram seus castelos feudais. 

Esta igreja, a verdadeira, acolhe os inacolhíveis, ama os mal-amados, abraça os inabraçáveis. A igreja é tão grande porque o Espírito Santo que, como o vento, sopra onde quer e não sabemos de onde vem e nem para onde vai, é quem distribui a graça inefável. Esta igreja, o Corpo de Cristo, está escondido dentro da própria igreja visível, e abraça os que desejam ser filhos de Deus. 

A igreja que não conhecemos visivelmente busca os filhos indesejados e os irmãos que já foram "eliminados" do rol de tantas comunidades espalhadas neste mundo. Esta igreja é formada por "mulheres samaritanas" que desejam conhecer o Messias enviado como Salvador do mundo, por leprosos, curados de suas chagas emocionais que sequer poderiam transitar em alguns dos templos atuais. 

Essa igreja é formada pelos que usam as mesmas sandálias do Senhor, geralmente estão assentados nos últimos bancos. Esta igreja está espalhada pelo mundo inteiro. São os que se acham indignos de adorar a Deus porque pensam que não correpondem ao padrão do sistema religioso da época. Essa igreja que talvez não conhecemos, sabe muito bem que a graça não é somente para alguns, mas pode ser de todo aquele que se fizer indigno diante de Deus. Foi para isso que Jesus veio, para salvar os que se acham indignos e perdidos, acolhendo o que o sistema já eliminou, mas que para Cristo são uma pérola de grande valor.

AUTOCONFIANÇA

"Olhais para as coisas segundo a aparência. Se alguém confia de si mesmo que é de Cristo, pense outra vez isto consigo mesmo..." (2ª Corintios 10.7). 

Ser de Cristo não é uma tese que defendemos, nem uma frase de efeito que repetimos para nós e para outros. Mas é o culminar de uma luta interior, travada dentro de nós, resultado da perseverança pessoal, na mortificação da natureza falida e miserável, alimentando virtudes eternas, impercetível para o ser humano natural e para a lógica filosófica.

Devemos estar tão seguros de nossa fé, quanto segura for a nossa determinação de lutar contra os males que vivem dentro de nós. A luta interior jamais acaba enquanto estivermos cá e somente terá o seu coroamento no encontro eterno com Cristo, se com paciência lutarmos.

Enquanto estivermos cá, estaremos sempre vulneráveis por palavras e imagens, propagandas falsas, oratórias inebriantes que querem nos levar a acreditar que somos salvos sem nos preocuparmos com o que fazemos em nosso dia-a-dia e em nossa conduta diante do próximo. As palavras entorpecem, da mesma forma como uma bebida forte pode levar-nos a embriaguez.

Por isso, devemos pensar inúmeras vezes se nossa segurança está fundamentada em livros, comentários ou mesmo nos pregadores atuais e sempre nos avaliar pessoalmente porque podemos dar mais valor ao tempo decorrido de nosso batismo até hoje, sem que alguma mudança tenha sido operada para melhor dentro de nós. De nada irá resolver se tivermos esperado mais nestas coisas do que em nosso combate interior.

Vivemos saturados de informações, mas elas não irão nos conduzir aos braços de Cristo, nem mesmo se ouvirmos bons sermões. Estes não tem poder para isso. Esses elementos podem ser ferramentas a nosso favor uma vez que o Espírito Santo se utilize delas, mas se o nosso coração não for marcado pela luta interior, estaremos eternamente nos braços das trevas.

Portanto, necessitamos descer de nosso pedestal, curvarmos nosso pescoço, envergarmos a nossa coluna e clamarmos constantemente: "Tenha piedade de mim, Senhor, por que sou um pecador". Este é o segredo para que não vivamos enganados pelo nosso próprio coração. 

Ressurreição e Missão

“Então o lobo morará com o cordeiro” (Isaias 11.6)  Há uma crença equivocada na Doutrina da Ressurreição. Entre os cristãos atuais tra...