Hoje, dou graças as Deus pelos 24 anos de Ministério Ordenado da Igreja. Deus tem sido misericordioso comigo e com minha família. Minha gratidão a você que ora pelo meu ministério.
terça-feira, 22 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
MULHER, MATRIMÔNIO E MATERNIDADE
A mulher sábia faz do seu lar
um paraíso, mas a mulher tola, sozinha, estraga a vida de sua família. Provérbios 14.1
Em toda a humanidade a partir das grandes nações do mundo antigo, se
perpetuou para as outras gerações da história o sistema patriarcal. A Bíblia
foi escrita durante há quase 16 séculos, tendo como base este sistema. Então não é
para menos que tenhamos hoje uma crise nos sistemas social-familiar-econômico
e político da vida.
A sociedade e a religião ainda que queiram transmitir uma mensagem
de Deus com "cara de macho”, não consegue se desvencilhar da importância da imagem
feminina que exerce a mulher sobre todas as instituições. No caso da religião é
pior, pois durante séculos a mesma tentou revelar um “deus-macho”,
masculinizado e empobreceu a imagem de Deus no ser humano, dominando e oprimindo a mulher por gerações, tornando-a um mero objeto de uso, sedução e reprimindo a
sua liderança natural. E ao invés de torná-la participante da vida como “uma-igual”,
o homem usou todas as ferramentas disponíveis para subjugá-la e submetê-la,
pois o mesmo devido ao medo da liderança feminina transformou a vida da mulher
num cativeiro em todos os aspectos.
Há quem diga que o homem é o responsável pela edificação de sua
família. Mas não é bem assim. A começar da criação, o homem jamais seria
completo se a mulher não se fizesse presente. Quando Elohim decidiu criar o ser humano, Ele o fez de tal maneira que
homem e mulher, juntos, unidos, comungados, seriam vistos como reflexo da
“imagem de Deus”, nunca somente o homem. É a mulher que abre o ventre para dar
à luz a vida. É a mulher que sustenta a família, pois sem ela o homem é um mero
reprodutor. É a mulher que amamenta, alimentando o próprio homem, nutrindo a
vida humana, pois sem o leite materno qualquer ser humano se tornaria mais
suscetível às doenças de qualquer gênero. É a mulher que enfim, pode fazer
acontecer a perpetuação da espécie.
A mulher é tão especial que até alguns dos que foram nascidos
machos, desejam ser como ela, tentando reproduzir uma natureza que só a elas
foi dado, o que na verdade, revela a essencialidade da liderança feminina sobre
todos os outros seres.
Embora a Bíblia seja um livro patriarcalista, ela não deixa de revelar que sem a mulher o matrimônio não exsite. Digo matrimônio,
pois o casamento como acordo temos muitos, mas matrimônios existem poucos. A
palavra matrimônio vem da raiz da palavra “mater”, isto é mãe. Isso significa
que o matrimônio somente existe se estiver fundamentado na figura feminina.
Hoje, a sociedade e a igreja precisam urgentemente repensar o
lugar da mulher, pois Deus em sua infinita soberania está permitindo que as
“pedras clamem”. E enquanto as instituições lutam pela manutenção do
patriarcalismo, a mulher está dominando os altos escalões da vida, pela sua
competência e sua natureza guerreira, algumas vezes motivada pela má compreensão
da sua feminilidade, outras vezes por que sabem que são a essência da sociedade.
No caso da celula-mater,
a família, não é o homem sábio que edifica a sua casa, mas sim a mulher. O
contrário também é verdadeiro. A mulher insensata que não age de acordo com a
vontade divina pode colocar tudo a perder, até a própria vida.
Neste dia que celebramos o dia das mães, que elas possam repensar
a posição tão importante que Deus permitiu ocuparem. Que os homens sejam
capazes e sábios para que dêem a elas a honra e o lugar que foi criado para as
mesmas. Mulheres construam, mas não se esqueçam de construir com a sua
feminilidade e doçura, pois Deus só comunicou a vocês o que é parte de Sua
essência, a argamassa para levantar vidas, famílias, comunidades e nações.
Feliz dia das mães.
sábado, 5 de maio de 2012
LEVI, MEU GRANDE AMIGO!
Em homenagem por 10 anos da morte de Levi Accioly Lins
"Porque a ninguém tenho de igual sentimento que, sinceramente, cuide dos vossos interesses; ... e conheceis o seu caráter provado, pois serviu o evangelho, junto comigo. Por um lado, meu irmão, cooperador e companheiro de lutas; e por outro lado, vosso mensageiro e vosso auxiliar nas nossas necessidades. Honrai sempre a homens como esse... visto que por causa da obra de Cristo, se dispôs a dar a própria vida, para suprir a vossa carência de socorro para comigo". Filipenses 2.20-30
Levi Accioly Lins foi educado e instruído na disciplina do Senhor. De uma família presbiteriana, seu pai foi um dos fundadores da Igreja Presbiteriana da Madalena. Sua mãe, fiel serva de Deus, encaminhou-o na vida cristã e na igreja.
Sua instrução cristã foi além de sua parentela. Amigo dos filhos de missionários fundadores das instituições presbiterianas de Pernambuco, morou por algum tempo com a família Arehart, fundadora do Instituto Bíblico do Norte, em Garanhuns, PE.
Experimentou a bênção de estudar por alguns anos no histórico Colégio XV de novembro, e teve sua educação fundamentada no Colégio Agnes Erskine. Sua experiência com vários missionários americanos, foi parte integrante de sua educação.
Era o caçula dos irmãos e em certo momento de sua juventude, tomou a decisão do filho pródigo como conta-nos a parábola de Lucas 15. Deixou sua família no Recife e foi para o Rio de Janeiro "tentar a vida". Abandonou os ensinos cristãos e dissolutamente gastou sua vida entre a classe artística do Rio de Janeiro nas décadas de 60 e 70. Passou 20 anos, longe da fé, chegando a tornar-se um dos carnavalescos mais conhecidos em sua época, trabalhando diretamente na Escola de Samba Império Serrano. Desenvolveu ali os talentos e habilidades que possuía, mas não era definitivamente feliz.
Sua felicidade, tornou-se plena e concreta, quando Deus o chamou na cidade do Rio de Janeiro, na Igreja Presbiteriana de Copacabana, passando ao lado da Igreja ouviu o cântico: "Meu coração transborda de amor... por que meu Deus é o Deus de amor"! Seu coração desabrochou e sua alma voltou-se para Cristo. Deus na sua infinita misericórdia e graça, soberanamente o chamara para voltar ao lar. E Levi embora vivendo em uma das coberturas dos edifícios na avenida Copacabana, rejeitou radicalmente sua maneira de viver e retornou para o Recife. Mas sua saúde nestes tempos já era débil, conseqüência do estilo de vida longe do Senhor.
Retornando ao Recife, com um câncer nas costas, Deus o curou, dando a segurança e garantia de sua graça em seu coração. A partir dali, devotou-se ao serviço de Cristo como membro da Igreja Presbiteriana da Madalena, foi acompanhado pelo seu pastor Rev. Edijéce Martins Ferreira e eleito diácono, onde serviu por longos anos. Sua eleição para presidente da Junta Diaconal, foi apenas o referendum de sua dedicação. Fosse na assistência social, fosse na ajuda para qualquer atividade extra igreja, estava lá, Levi, o fiel cristão e dedicado. Tal foi sua fidelidade ao trabalho de Deus, que ao completar 50 anos de fundação a Igreja Presbiteriana da Madalena, conferiu-lhe uma homenagem sincera e cheia de gratidão pelos serviços prestados e pelo fiel testemunho cristão ao longo dos anos.
Ali, Levi pôde cursar e formar-se no Instituto Bíblico Samuel Falcão, extensão do Instituto Bíblico do Norte de Garanhuns e se concentrando especialmente no estudo do Antigo Testamento, se especializou, tendo instrução direta do missionário holandês Dr. Francisco Leonardo Schalkwijk. Seus estudos sobre o Tabernáculo, o levaram à várias igrejas e congregações com seu flanelógrafo e seus ensinos sobre a Soberania de Deus e a vida Cristã. Seu envolvimento no apoio e ajuda aos seminaristas do Seminário Presbiteriano do Norte, o tornou conhecido por muitos pastores que hoje estão espalhados pelo Brasil e pelo mundo.
Mas o seu serviço despretensioso, que marcara a vida da I.P. Madalena agora se expandia. Em 1995 chamado pelo então Diretor do IBN, Rev. Maely Ferreira Vilela, aceitou o convite para ser professor da área de Antigo Testamento onde perseverou na multiplicação de missionários e missionárias que hoje estão batalhando nos campos de todo Brasil.
Com a chegada de seu amigo e irmão, Rev. Luiz Augusto Corrêa Bueno para a direção do IBN em 1996, Levi desenvolveu não somente o ministério docente como também de coordenador geral do internato dos alunos. Seu carisma e sua dedicação aos alunos, bem como a experiência com os missionários americanos do passado o havia habilitado para ser líder ali.
Mas esta função era apenas oficial, pois o ministério de Levi extrapolava o cumprir estes mandatos. Era o conselheiro, o pai, o irmão, o professor, o cozinheiro, o alfaiate, o administrador, o decorador, o pintor, o pedreiro, o evangelista, o missionário, o pastor, o defensor dos alunos, o fiel amigo de todas as horas.
Foi ao longo deste ministério no IBN, que hoje esta escola missionária se desenvolveu ainda mais. Com a chegada do administrador Diácono Wagner de Siqueira Felipe, Levi se dedicou fortemente ao trabalho de liderar o internato do IBN.
Mas sua saúde era extremamente fraca. No Natal de 2000, precisou fazer uma angioplastia. E no dia 3 de maio de 2002 foi internado em uma clínica em Garanhuns, e após um AVC, não conseguindo resistir a esta situação, Levi foi chamado à glória de Deus. Seu sepultamento se deu no dia 4 de maio, Domingo, no Cemitério Parque das Flores no Recife.
Levi Accioly Lins, marca a vida não somente da Igreja Presbiteriana do Brasil, mas também do Reino de Deus. Exemplo de vida, testemunho e dedicação ao ser humano, Levi foi instrumento de Deus para a formação vocacional de muitos que passaram pelo IBN em Garanhuns, e continuará na memória de todos aqueles que hoje estão pelos campos, a serviço do Senhor. Sua vida é motivo de rendermos toda glória e honra ao Senhor Jesus, que regenera, cuida, vocaciona e usa servos como Levi. A Deus toda glória e louvor.
ex-Diretor do Seminário Presbiteriano do Norte e ex-diretor do Instituto Bíblico do Norte amigo pessoal de Levi Accioly Lins
MUITO TURISMO EVANGÉLICO E POUCA AÇÃO MISSIONÁRIA
Há muita propaganda e pouca identificação. Há muito turismo missionário e pouca inserção. Como as igrejas estão testemunhando de Cristo? Devemos ser corajosos para avaliar as estratégias e métodos que usamos para comunicar o Evangelho. Não é suficiente usar do “marketing” e da “mídia” para o anúncio das Boas Novas. Também o turismo missionário somente nos serve para conhecer e manter trabalhos denominacionais nos bairros das grandes cidades e interiores do país. A grande questão é: “estamos dispostos a encarnar nos contextos sociais, urbanos e rurais, no meio das pessoas de modo comum”?
Não precisamos de “avivamento coreográfico”. Isso não produz absolutamente nada apenas gritaria e sensacionalismo. Necessitamos urgentemente saber o que é evangelizar segundo a “evangelização de Jesus Cristo”. Sem uma interpretação correta da Sua missão, não há missão da igreja. Precisamos rejeitar idéias usadas pelo movimento evangélico que nada mais são do que métodos utilizados pelo mundo empresarial e de mercado.
Precisamos de uma missão parecida com a de Jesus de Nazaré. Precisamos parar de “pescar no aquário” de outros. Para que cumpramos nossa missão devemos redescobrir a “encarnação de Cristo como modelo de nossa missão”.
A nossa missão deve ser estimulada e fundamentada pela missão de Cristo. Devemos nos perguntar: O que é a missão de Cristo? Como Cristo falava? Como Cristo ensinava? Como Cristo curava? Enfim, como Cristo se envolvia com seu mundo? Então vamos achar as respostas e seremos desafiados pelas suas palavras: “assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo 20.21). Jesus Cristo, portanto é o modelo para que nós realizemos nossa missão. Devemos seguir o padrão que o Pai usou para enviar seu Filho.
Enquanto a igreja não abrir mão da situação econômica, isto é, parar de pensar só em dinheiro e se contextualizar no meio das pessoas e comunidades não haverá missão de Cristo. Enquanto a igreja não “arregaçar as mangas” e “colocar os pés na lama”, a evangelização não será verdadeira.
Identificar-se com Cristo é se envolver com pessoas, as mais diferentes e as mais variadas. Quanto mais nos identificamos com Cristo mais nos envolvemos com mundo a nossa volta. O contrário também é verdade. Portanto nossa missão tem que ser mais do que proclamação verbal. Deve ser de serviço, encarnado na vivência da gente, deve ser modelado pelo jeito de Cristo, apaixonado, com sentimento e dinamizado pela criatividade e inteligência de cada um.
Nossa evangelização deveria não ser feita de discursos e sim de atos de amor, de justiça e de misericórdia. O mundo cansou de ouvir discurso!
Não precisamos de “avivamento coreográfico”. Isso não produz absolutamente nada apenas gritaria e sensacionalismo. Necessitamos urgentemente saber o que é evangelizar segundo a “evangelização de Jesus Cristo”. Sem uma interpretação correta da Sua missão, não há missão da igreja. Precisamos rejeitar idéias usadas pelo movimento evangélico que nada mais são do que métodos utilizados pelo mundo empresarial e de mercado.
Precisamos de uma missão parecida com a de Jesus de Nazaré. Precisamos parar de “pescar no aquário” de outros. Para que cumpramos nossa missão devemos redescobrir a “encarnação de Cristo como modelo de nossa missão”.
A nossa missão deve ser estimulada e fundamentada pela missão de Cristo. Devemos nos perguntar: O que é a missão de Cristo? Como Cristo falava? Como Cristo ensinava? Como Cristo curava? Enfim, como Cristo se envolvia com seu mundo? Então vamos achar as respostas e seremos desafiados pelas suas palavras: “assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo 20.21). Jesus Cristo, portanto é o modelo para que nós realizemos nossa missão. Devemos seguir o padrão que o Pai usou para enviar seu Filho.
Enquanto a igreja não abrir mão da situação econômica, isto é, parar de pensar só em dinheiro e se contextualizar no meio das pessoas e comunidades não haverá missão de Cristo. Enquanto a igreja não “arregaçar as mangas” e “colocar os pés na lama”, a evangelização não será verdadeira.
Identificar-se com Cristo é se envolver com pessoas, as mais diferentes e as mais variadas. Quanto mais nos identificamos com Cristo mais nos envolvemos com mundo a nossa volta. O contrário também é verdade. Portanto nossa missão tem que ser mais do que proclamação verbal. Deve ser de serviço, encarnado na vivência da gente, deve ser modelado pelo jeito de Cristo, apaixonado, com sentimento e dinamizado pela criatividade e inteligência de cada um.
Nossa evangelização deveria não ser feita de discursos e sim de atos de amor, de justiça e de misericórdia. O mundo cansou de ouvir discurso!
sexta-feira, 4 de maio de 2012
SERÁ QUE NOSSA MISSÃO É A MESMA DE JESUS CRISTO?
Há muita propaganda e pouca
identificação. Há muito turismo missionário e pouca inserção. Como as igrejas
estão testemunhando de Cristo? Devemos ser corajosos para avaliar as estratégias
e métodos que usamos para comunicar o Evangelho. Não é suficiente usar do “marketing”
e da “mídia” para o anúncio das Boas Novas.
Também o turismo missionário somente nos serve para conhecer e manter
trabalhos denominacionais nos bairros das grandes cidades e interiores do país.
A grande questão é: “estamos dispostos a encarnar nos contextos sociais,
urbanos e rurais, no meio das pessoas de modo comum”?
Não precisamos de “avivamento
coreográfico”. Isso não produz absolutamente nada, apenas gritaria e sensacionalismo.
Necessitamos urgentemente saber o que é evangelizar segundo a “evangelização de
Jesus Cristo”. Sem uma interpretação correta da Sua missão, não há missão da
igreja. Precisamos rejeitar idéias usadas pelo movimento evangélico que nada
mais são do que métodos utilizados pelo mundo empresarial e de mercado.
Precisamos de uma missão parecida com a de Jesus de Nazaré. Precisamos parar de
“pescar no aquário” de outros.
Para que cumpramos nossa missão
devemos redescobrir a “encarnação de Cristo como modelo de nossa missão”.
A
nossa missão deve ser estimulada e fundamentada pela missão de Cristo. Devemos
nos perguntar: O que é a missão de Cristo? Como Cristo falava? Como Cristo
ensinava? Como Cristo curava? Enfim, como Cristo se envolvia com seu mundo? Então
vamos achar as respostas e seremos desafiados pelas suas palavras: “assim como
o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo 20.21). Jesus Cristo, portanto é o
modelo para que nós realizemos nossa missão. Devemos seguir o padrão que o Pai
usou para enviar seu Filho.
Enquanto a igreja não abrir mão da
situação econômica, isto é, parar de pensar só em dinheiro e se contextualizar no
meio das pessoas e comunidades não haverá missão de Cristo. Enquanto a igreja
não “arregaçar as mangas” e “colocar os pés na lama”, a evangelização não será verdadeira.
Identificar-se com Cristo é se
envolver com pessoas, as mais diferentes e as mais variadas. Quanto mais nos
identificamos com Cristo mais nos envolvemos com mundo a nossa volta. O
contrário também é verdade. Portanto nossa missão tem que ser mais do que proclamação verbal. Deve ser de serviço, encarnado
na vivência da gente, deve ser modelado pelo jeito de Cristo, apaixonado, com sentimento
e dinamizado pela criatividade e inteligência de cada um.
Nossa
evangelização deveria não ser feita de discursos e sim de atos de amor, de
justiça e de misericórdia. O mundo cansou de ouvir discurso.
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