terça-feira, 6 de novembro de 2018
Estranha Missão
domingo, 5 de agosto de 2018
Unidade e unicidade - marcas da igreja verdadeira de Cristo
quinta-feira, 26 de julho de 2018
O DESAFIO DE VIVER COMO JESUS
sábado, 21 de julho de 2018
HUMILDADE
sexta-feira, 13 de julho de 2018
Sede prudentes como as serpentes e simples como as pombas
terça-feira, 26 de junho de 2018
REFLEXÕES APÓS 30 ANOS DE MINHA ORDENAÇÃO PASTORAL
Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão-somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confiou, de testemunhar do evangelho da graça de Deus. Actos 20.24
O que tenho aprendido em meu 30º ano de serviço pastoral? Há muito que escrever, mas pelo que percebo, as experiências sempre se diluem quando tendemos a falar ou a escrevê-las. Portanto, sintetizo aqui algumas lições que colhi nestes 30 anos de ordenação.
1. A vocação não pertence a igreja institucional e sim a Deus.
Uma das questões mais absurdas é achar que a igreja institucional detém a vocação e os dons de Deus. Assim como o profeta que possuía uma relação misteriosa com Deus, assim é a relação do pastor com Deus. E por causa disso, assim como nascemos do alto, do alto também advém a vocação e a missão de cada um, acolhido pela graça de Deus. A vocação é obra do Espírito Santo. Ela não se origina na “igreja-sistema”, porém é nela que a vocação deve ser exercida e reconhecida. A vocação, portanto, é um privilégio pessoal mais do que uma obrigação. Quando se obriga a uma tarefa já que não é de natureza própria e jamais será vocação, e sim atividade profissional. Há muitos que querem vincular uma vocação a uma denominação religiosa, mas o Espírito Santo é como o vento e a vocação dEle não possui limites institucionais. Da mesma maneira que somos nascidos em Deus, em Deus também somos chamados. Portanto, o ministério é supra-denominacional.
2. A vocação pastoral é espinhosa.
Os espinhos existem. São dados por Deus. Ele é aquele que delimita nosso campo de acção. Os espinhos e a dor são importantes para que o pastor não seja arrogante e vaidoso. A humilhação é o único caminho para que de facto ouçamos a Deus e com ele relacionemo-nos. Não pode haver pastor vaidoso ou arrogante. Independente da vocação sempre existirão espinhos na vida pastoral. Sejam as perdas, as enfermidades, as tragédias, as pessoas de fora ou de dentro da igreja, líderes ou não, o pastor precisa aceitar os espinhos de sua vida pastoral.
3. A vocação pastoral é gloriosa.
Ademais dos espinhos, a vocação é gloriosa, primeiro porque ela vem de Deus e se vem de Deus, ela é livre como ele é. É glorioso perceber que no sofrimento está a glória, que a cruz é loucura, que viver a misteriosa relação com Deus é a maior satisfação da vida pastoral. Viver a vocação pastoral é tratar com as coisas mais gloriosas do universo.
4. A vocação pastoral é para pecadores.
Não existe a menor possibilidade de pensarmos que somos "especiais". Quanto mais consciente da santidade de Deus maior será a convicção de pecado. Quanto maior for nossa relação com Deus maior será nossa perceção da imundície que somos. O ministério pastoral não dá margem para se pensar que há "ungidos". O que pode haver é um pastor mais consciente e outro menos consciente da sua pecaminosidade.
5. A vocação pastoral terá um julgamento mais agravante.
Ser pastor me dá a perceção que no Dia do Juízo, ele irá olhar para mim com um olhar mais firme, não do ponto de vista da graça, mas do ponto de vista de minhas obras. Exercer o ministério pastoral me dará sim maior possibilidade de ser envergonhado do Dia de Cristo se não for fiel Àquele que me designou.
6. A vocação pastoral exige uma experiência profunda com Cristo.
Não há barganhas ou trocas com Cristo. Somente há uma vida de gratidão. Quando estiver a abusar da graça de Deus, é bem possível que eu mesmo já tenha deixado de viver como Cristo viveu. Quando passamos a tratar de maneira familiar das coisas de Cristo, então já perdemos a noção de que a vocação vem dele. Ao extrapolar da graça de Cristo, revelarei quanto estarei distante da vocação pastoral.
7. A vocação pastoral deve considerar a oração como o pulmão da alma.
Não há qualquer possibilidade de ser pastor e não viver uma vida de oração. Ao arriscarmo-nos nisso podemos até praticar a "não-oração". Essa prática revelará que de facto nunca tivemos nenhum conhecimento de Cristo em nós. Se “os pássaros voam, os peixes nadam, o pastor ora”. Orar é essencial para alma. Mas a oração não é e nunca será uma verborragia intelectual, senão um encontro de contemplação. A oração nunca será uma homilia para Deus e sim uma experiência de intimidade que jamais terei o direito de abrir sair a contar os seus segredos para comigo. Quando não se ora a alma não respira.
8. A vocação pastoral e o estudo não são incompatíveis.
Embora o teólogo fosse no início dos primeiros séculos considerado pela igreja como "aquele que fala com Deus e para Deus", pois a prática teológica era envolvida pela experiência de fé, isso não alienava a igreja de desenvolver teses e estudos para combater as heresias que entravam em seu meio e também aquelas que brotavam de dentro dela. Portanto naquela época a oração e a defesa da fé se completavam. O serviço pastoral nos nossos dias também requer a mesma prática. O estudo a fim de instruir os fiéis e fortalecer os que são provados exigem que o pastor seja bem preparado e um fiel expositor bíblico, seja na prática da pregação como no ensino e treinamento através do discipulado para com os que se congregam, embora o mundo evangélico esteja tão fragmentado e vivamos sim num mundo de pluralidade religiosa. Não há como separar a ação pastoral do estudo.
9. O sofrimento é inerente a vida pastoral.
Num mundo de confusão cúltica e doutrinária, principalmente devido ao evangelho da prosperidade, ensino de demônios que procura dissuadir os fiéis, sofrer tornou-se uma palavra esquecida em nosso meio. A vida pastoral sem o sofrimento torna os pastores apenas bons ilustradores de um evangelho hipócrita. Quando não vivemos as experiências de sofrimento, de perdas, de fracassos, de doenças e da depressão no ministério, seremos bons replicadores de uma fé inócua.
10. A perseguição dentro da igreja institucional é real e concreta.
Se o sofrimento faz parte da vida pastoral, sofrer dentro da “igreja-sistema” é o primeiro lugar. Depois de trinta anos estando a frente de várias igrejas e comunidades, experimentamos o abuso e exploração de pessoas e de líderes que jamais perceberam o evangelho de Cristo e promoveram perseguições as mais variadas, desde a perseguição através da calúnia e difamação como também várias investidas contra a nossa vida física. Se queremos viver o evangelho, sofrer dentro da instituição é uma decorrência natural, porém recriminada e combatida pelo Senhor nos evangelhos.
11. Ser pastor é ter filhos normais.
Ser pastor é ter filhos normais. Digo isso porque meus filhos nunca foram adestrados a serem "pastorzinhos". É uma lástima quando implementamos em nossa casa e na igreja valores aos membros da igreja que desnaturalizam e descaracterizam nossos filhos de serem cristãos normais como qualquer outro. Há famílias de missionários que encarnam tanto a vocação do pai que não conseguem fazer outra coisa senão estar a viver dependendo do ministério do pai-pastor. É trágico quando não desenvolvemos nos filhos a liberdade de serem o que foram chamados para ser. Percebo muitos pastores que imprimem tamanha personalização em seus filhos que criam “dinastias feudais eclesiásticas” para que seus filhos sejam os "sacerdotezinhos" a continuar ministérios centrados no genitor. Extirpo uma visão assim. Meus filhos sempre viveram e viverão a buscar suas próprias vocações, chamados específicos e dou graças porque nunca os obriguei a replicar meu ministério pastoral.
12.Não há outra coisa mais importante do que testemunhar da graça de Deus.
Se a graça a este favor que me impele a continuar, é esta mesma graça que continuarei a testemunhar. Mas a graça só tem valor na nossa vida se não houver sentimento meritório de qualquer natureza. O mérito exclui a graça. Onde há sentimento de merecimento não há espaço para o Espírito Santo. Por isso há tantos ministérios áridos e pastores amargurados e rancorosos. Viver e testemunhar a graça é a razão de experimentar a graça e ser submisso a Cristo não por dever e nem por produtividade, mas por simplicidade não esperando nada mais que apresentar-me diante de Cristo nAquele Dia quando ele se encontrar comigo.
13. Mesmo que você queira deixar de ser pastor, nunca o conseguirá.
Durante alguns momentos de minha tentei abandonar a carreira pastoral. Por uma série de razões e situações. E nestas horas sempre vinha a minha mente a figura do profeta Jonas. Abandonar o chamado é buscar "um navio em Jope ancorado esperando o próximo passageiro". Jonas nunca conseguiu abandonar o chamado de Deus, porque Este habitava o seu coração. De facto, você nunca conseguirá abandonar sua vida pastoral, se de verdade você tiver sido chamado por Deus para exercer o cuidado pastoral. Contudo sempre preste atenção, como bem diz meu amigo Ronaldo Lidório: “sempre haverá um barquinho em Jope para lhe levar até o outro extremo da vontade de Deus”.
Algumas destas reflexões são vindas de meu coração e escritas para que eu me lembre que devo continuar. Mas também se você estiver pensando em abandonar o ministério, medite nestas poucas linhas antes de tomar qualquer decisão.
Kyrie Eleisson
terça-feira, 22 de maio de 2018
Reflexões "após" os 500 anos do Protestantismo Religioso
Gostava de deixar aqui uma reflexão, de cunho muito pessoal, pois creio que devemos sempre aprender com a história. Como bem disse Edmund Burke: "Aqueles que não conhecem a história estão fadados a repeti-la". Portanto, creio que se fizermos uma leitura honesta, livre dos óculos denominacionalistas que usamos e retirássemos as escamas dogmáticas da nossa mente, tantas vezes tendenciosas e preconceituosas devido a linha religiosa e cultural de cada um, poderíamos fazer uma autocritica responsável e sincera. Isso iria nos ajudar, em muito.
O uso do termo "Protestante" não foi afirmado por Lutero e pelos seus seguidores e sim pelo ato de protesto dos príncipes alemães diante do Rei Carlos V. Esse termo então passou ao movimento, mas antes de ser teológico, foi muito mais político. Protestaram e romperam com o domínio político da Igreja Romana. Nesta época o movimento reformista trouxe um "frescor" ao pensamento tacanho e mesquinho. Num tempo onde o pensar era cerceado e policiado pelos príncipes da teologia e investigado pelos apologistas dominicanos, pela insegurança de Roma e o medo terrificante de perder o controle sobre os povos a que subjugava, os reformistas trouxeram uma nova forma de pensar. Claro que essa forma de pensar não era nada nova. Estes quiseram retornar as origens, motivados sim pela filosofia do Movimento Renascentista. Foi no retorno às línguas originais da Escritura Sagrada, dos Pais Gregos e Latinos que o modo de pensar reformista teve um novo alento. O pensamento direcionado, modelado e orientado pela religiosidade medieval trazia angústia, escravização dos saberes e opressão.
Na época "pensar" era um direito dos nobres teólogos e príncipes da igreja oficial. Havia um sentimento de medo naqueles que queriam pensar mas não podiam. Era o medo de perder a família, os bens e de serem queimados como hereges. O tempo estava translúcido para os pensadores. As 95 testes de Martinho Lutero confrontou um clero que banalizava a graça de Deus e a oferecia a troco de míseras moedas de um povo ignorante e analfabeto. Roma e seu cristianismo matava os homens pelo medo, pela espada e pelo fogo.
Hoje, precisamos também de uma nova Reforma. Sim, uma Reforma do pensar humano, o pensar que traga um novo frescor ao estilo de vida cristão. Em muitos arraiais religiosos evangélicos nada é mais importante do que repetir fórmulas verbais, viver de um passado desconectado da sociedade com um estilo de vida irrelevante revelando uma fé inócua que nada pode produzir neste mundo.
Os atuais evangélicos que se afirmam "herdeiros da Reforma Protestante" deveriam viver a nossa época com um alvo nobre, o mesmo dos que viveram no século XVI. Naquele tempo, o alvo era condicionado pela questão: "como o evangelho de Cristo pode ser relevante para esta geração?". Esse evangelho moldou a cosmovisão do movimento como vanguarda do tempo.
Precisamos de coragem para fazer nossa autocrítica e compreender que o evangelho exige que sejamos inteligentes e sábios como os reformadores foram. Os evangélicos deveriam se preocupar em manter os princípios inegociáveis da fé - isso envolve conhecer a Bíblia como Escritura Sagrada, a tradição apostólica e a história honesta - mas também comprometerem-se com a contextualização do evangelho em cada povo e cultura e não nos sepultarem-se na inoperosidade ética, moral e política.
A Reforma Protestante rompeu com Roma, porque rompeu com o "óbvio", o mecanicismo cultual, a pusilanimidade e a inatividade dos doutores de uma igreja que haviam se tornado "sanguessugas" do sistema religioso da época. Não é mais possível ser passivo diante do mundo e de pessoas altamente capazes. Viver o óbvio é uma lástima. Isso parte de pessoas que nada podem oferecer senão um tradicionalismo ignorante e anacrônico. Estou a falar da necessidade que os evangélicos saibam responder a Deus tão profundamente que a vida de fé e a experiência eliminem naturalmente os "testemunhos" e exemplos ridicularizados pela sociedade agnóstica. A isso chamo de contextualização inteligente, bíblica e relevante por meio do evangelho que não muda mas que durante o processo histórico se conecta na vida cultural das pessoas como "a resposta" de suas almas.
Cristo chama sua sua igreja para comunicar de modo que inúmeras pessoas sejam chamadas a fé verdadeira. A igreja deve saber adaptar o evangelho supra-cultural dentro de sistemas culturais específicos. É o que vemos o Senhor fazer, depois seus apóstolos, os pais apostólicos, os pais da igreja e tantos outros. Isso nos chama a pensar nossa missão, se ainda estamos a fazer desta um instrumento de relevância. O mundo cansou-se do cristianismo colonialista, imperialista e impositivo das Cruzadas de evangelização modernas. Cansou-se da fé cristianizante e do evangelho massificante e populista.
O mesmismo evangélico é aquele enraizado em seminários teológicos que têm transformado os estudantes em "profissionais da fé" para a manutenção do "status quo" denominacional. Hoje os conhecidos evangélicos já somam mais 50.000 grupos distintos em todo o mundo não conseguindo conviver uns com os outros. Quebramos os ossos simbólicos do Corpo de Jesus, quando nem na cruz quebraram seus membros.
Conquanto a reforma tenha trazido uma reordenação e abertura da mente eclesial, hoje na formação de estudantes é ocultado deles o que deveriam ler. Não podem ter acesso a uma formação realmente teológica. Vivemos um mesmismo teológico, porque as escolas de teologia deixaram de "formar" para "informar". Perdeu-se a piedade cristã, a prática da oração, o trabalho do testemunho comum. Estamos a tornar os estudantes de teologia piores do que a igreja de Roma fazia com seu clérigos na Idade Medieval. Eles serão os líderes do século XXI?
Nosso maior desafio é na verdade voltarmos ao evangelho simples e profundo de Cristo. Simples devido a essencia da "fé una" e profundo devido a experiência da "fé orante". Vivemos um movimento e não uma vida de fé simples com profundas experiências. Seja bem esclarecido aqui que a palavra "experiências" não significa nem por um momento a idéia ridícula e ignorante dos atuais evangélicos renovados. A Reforma Protestante do século XVI nos ensinou muitas coisas, mas uma delas, talvez a principal foi responder a um mundo miserável e sofrido. Hoje fala-se de uma fé, mas uma fé que nada produz senão eventos e movimentos pragmáticos. Uma fé que não produz mudança política e mudança social é fé morta que tanto São Tiago combateu. Lembremos por exemplo que a Reforma implementada por João Calvino em Genebra foi tão importante que não se tolerava uma igreja sem uma Escola e sem apoio social no acolhimento dos refugiados.
Nossa urgente necessidade é de um retorno a oração incessante e adoração pessoal e coletiva. Conhecer a Deus em Cristo envolve fé empírica desprenteciosa. Aspectos da teologia reformada nos faz ver que havia uma forte conciencia na soberania de Deus. A afirmação "Soli Deo Gloria" não era apenas uma argumentação seca, mas a concepção de que se Deus é soberano, minha oração era um instrumento para conhecer mais a Ele e não para transformá-lo numa marionete folclórica. O uso desprentesioso da oração precisa tornar o centro de vida de adoração, ao contrário dos atuais herdeiros da reforma que vivem insatisfeitos e estão sempre a pedir a Deus muito além do comer, beber e vestir. A oração tornou-se uma prática muito mais tecnologica do que um estilo de vida contemplativo e motivado pelo facto de conhecer mais a Cristo.
Vivemos dias de uma confusão cúltica. Tornamos nossos encontros, eventos para conseguirmos sim adeptos do que adorar a Deus sem qualquer outro motivação. Assim percebemos que os shows evangélicos e encontros nada mais são do que acontecimentos motivados pelo dinheiro e fama, nada diferentes do cristianismo medieval e imoral da época.
Memória sem autocrítica é ser saudosista passivo. Autocrítica sem memória é ser ignorante pró-ativo. Sem coragem de fazermos uma autocritica, estaremos fadados a viver a um protestantismo alemão duzentos anos após a Reforma de Lutero que estava árida e seca na vida e na prática espiritual. Mas ainda nesta época assim como Deus é soberano e usa a história para sua glória havia um "toco" que floresceu. O pietismo levantou a igreja alemã reafirmou a tradição apostólica, a Escritura e a vida piedosa. Ali mais uma vez o remanescente promoveu a obra missionária feita sem tecnologia, sem dinheiro e sem mídia, porque pessoas tocadas profundamente pelo evangelho foram suficientes para considerar o que Deus poderia fazer na simplicidade e na sineceridade de seus corações.
Mudança e retorno. Sejam estas duas palavras que norteiem a vida dos cristãos verdadeiros do século XXI.
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
Nada preferir a Cristo
Renunciar a nós mesmos é, pois, soltar os laços que nos prendem a esta vida terrena e passageira, libertar-nos das contingências humanas, a fim de sermos mais capazes de caminhar na via que conduz a Deus. É libertar-nos dos entraves, a fim de possuirmos e usarmos bens que são «muito mais preciosos do que o ouro e a prata» (Sl 18,11). Em suma, renunciar a nós mesmos é transportar o coração humano para a vida no céu, de tal forma que possamos dizer: «A nossa pátria está nos céus» (Fil 3,20). E, sobretudo, é começarmos a tornar-nos semelhantes a Cristo, que Se fez pobre por nós, Ele que era rico (2Cor 8,9). Temos de nos assemelhar a Ele se quisermos viver em conformidade com o Evangelho.
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
Preso mas liberto
Já imaginaram o impacto espiritual que a vida de Paulo, apóstolo produziu enquanto preso? Vejam o que ele diz: "Desejo, portanto, irmãos, que saibais que tudo o que me aconteceu tem, ao contrário, servido para o progresso do Evangelho, de tal maneira a ficar evidente para toda a guarda pretoriana e para todos os demais que é por causa de Cristo que estou na prisão. (Fp 1.12,13). Ele nos diz que toda a guarda do palácio do imperador Nero havia recebido a mensagem do evangelho. Impressionante. A vida de um homem mesmo preso possui consequências que somente o Espírito pode saber. Portanto, vivam, vivam, vivam Cristo apenas, sem esperar resultados aos seus olhos carnais.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
UM NATAL SEM TRENÓ E SEM PRESENTES
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
O MELHOR VIRÁ? NÃO, O MELHOR JÁ VEIO!
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
O VERDADEIRO MISSIONÁRIO
sábado, 15 de outubro de 2016
QUEM É O PRESBÍTERO?
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Um lampejo de sua presença.
Falaríamos menos de nós, pensaríamos menos em nós, desejaríamos viver como ele viveu, amaríamos mais como ele amou. Se apenas tivéssemos uma pequena e rápida luz de sua santidade não desejaríamos mais viver como vivemos hoje.
Como seria diferente para nós mesmos?! Como o dinheiro seria sem valor?! Como as riquezas não encheriam nossos olhos?! Se apenas tivéssemos um verdadeiro lampejo de sua real presença!
Para nós, viver assim é impossível, mas para Cristo tudo é possível. Quanto mais nos envolvermos com a oração e com as disciplinas espirituais será isso possível, sim podemos ter um lampejo de sua presença.
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
“LEVANDO O EVANGELHO DE CRISTO AOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA”
QUE TIPO DE RELIGIÃO É A SUA ?
O DOM DE LÍNGUAS
SONHO DE PASTOR
AUTORIDADE E SUBMISSÃO
Esse tema sempre foi mal-entendido pela grande maioria das pessoas e ainda hoje esse assunto é controverso devido as interpretações errôneas sobre “autoridade”. “A controvérsia do universo centraliza-se sobre quem deve ter autoridade e nosso conflito com Satanás é o resultado direto de atribuir autoridade a Deus” (W.N.).
Na vida de Saulo, o Fariseu após encontrar-se com o Senhor Jesus na estrada para Damasco, reconhecendo a autoridade de Cristo, foi capaz de submeter-se a orientação de Ananias, um simples homem, porque discerniu o que era autoridade de Deus. O significa que quanto a este assunto, devemos considerar não o ser humano, mas a autoridade que é conferida a este. Não obedecemos ao homem, mas a autoridade que está nele, neste caso devido a sua fidelidade a Palavra de Deus. Deus tem o propósito de manifestar sua autoridade ao mundo por meio da igreja e esta autoridade pode ser expressa na diversidade dos dons que Ele concedeu ao Corpo de Cristo. Então a pior coisa é levantar-se contra a autoridade de Deus. Esta autoridade é conferida não por revelações externas, mas pela sua Palavra revelada nas Escrituras Sagradas.
Por isso temos tanta dificuldade de absorver o que seja autoridade delegada. Se tivermos discernimento deste ponto, teremos mais zelo pelos que exercem funções de liderança no povo de Deus. Para que Deus exerça sua autoridade, homens e mulheres necessitam estar atentos a questão da autoridade delegada de Deus.
Fazer a vontade de Deus é o alvo de todo cristão. Vontade representa autoridade. Assim se alguém quer fazer a vontade de Deus e obedecer a ela, precisa antes estar sujeito à autoridade de Deus. Mas como alguém pode sujeitar-se a autoridade de Deus se não ora ou não tem desejo de conhecer a vontade de Deus? Nosso Senhor considerava a autoridade de Deus e sua vontade mais importante até do que seu sacrifício na Cruz. Ele afirmava em oração: “acaso não beberei o cálice que o Pai me deu?” (Jo 18.11). Portanto antes de pensarmos em vontade de Deus devemos estar certos de que precisamos aprender a sermos submissos a autoridade dEle.
Precisamos reconhecer a sua autoridade sobre nós, se de fato estamos neste Reino de Deus. Assim, não teremos nunca a indisposição de fazer a vontade de Deus. Quando temos dificuldade de fazer a vontade de Deus significa que estamos colocando em dúvida a autoridade dele sobre nossa vida. Isso envolve o que fazemos e como fazemos as coisas. Qual o nosso propósito na vida e nossos alvos pessoais e coletivos. Na vida da igreja também é assim. Ser submisso a vontade de Deus é obedecer a autoridade dele, mesmo que isso não seja favorável a nós. Pois então, qual tem sido o seu nível de reconhecimento da autoridade de Deus?
sábado, 23 de julho de 2016
APRENDENDO A ORAR UNS COM OS OUTROS
A ORAÇÃO BASTA!
“BASTA SER COMO UMA CRIANÇA”
sábado, 4 de junho de 2016
QUALIDADE NO PROJETO MISSIONÁRIO
domingo, 8 de maio de 2016
HUMILDADE EM FORMA DE MÃE
quinta-feira, 5 de maio de 2016
FAMÍLIA, NÚCLEO PROTETOR DA CRIANÇA
Ressurreição e Missão
“Então o lobo morará com o cordeiro” (Isaias 11.6) Há uma crença equivocada na Doutrina da Ressurreição. Entre os cristãos atuais tra...
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