Na verdade, nosso mundo é o reflexo de nossas almas, quando, simplesmente, em nome da liberdade ofendemos nosso semelhante, desrespeitamos a liberdade de consciência revelando o quanto desumanos somos. A filosofia ateísta e agnóstica europeia e estaduninense que pratica o desrespeito é absurdamente monstruosa e mata tanto quanto os terroristas islâmicos.
Por isso, Nosso Senhor veio não apenas para assumir a reconstrução de nossa humanidade como também para reconciliar pessoas, povos e nações. Ao afirmar a máxima do amor, Cristo define que amar a Deus é também ao mesmo tempo, amar o semelhante. E aqui, amar subentende-se toda a virtude que transforma o ser des-humano em humano em sua plenitude. Portanto, nossa sociedade somente encontrará a paz (sinônimo de ordem e ausência de conflito), quando tão somente cada ser des-humano experimentar um encontro interior com o Deus-Humano e for transformado, não de fora para dentro, mas, de dentro para fora, a partir da fé pessoal.
O mote: “se quiseres a paz, prepara-te para a guerra”, foi desconstruído na Cruz do Calvário. Na cruz, Deus nos ensina que Ele mesmo, rompeu os céus e desceu para dar o primeiro passo na conquista do ser des-humano a fim de que eles fossem humanizados plenamente recebendo a boa-notícia: “Deus é amor”! E essa paz começa em todo relacionamento, seja conjugal, familiar, social, religioso e político.
O mundo ainda há de ver muito sangue sendo derramado. Alguns por conhecerem o amor de Deus oferecerão suas próprias vidas, outros, por usarem o nome de Deus como justificativa para seus atos egoístas e ainda outros por não compreenderem o que realmente significa liberdade. “Se vocês permanecerem na minha palavra, são verdadeiramente meus discípulos, e conhecerão a verdade, e a verdade os libertará". João 8:31,32