sexta-feira, 14 de outubro de 2016

QUEM É O PRESBÍTERO?


É sumamente importante lembrar que a escolha dos ofícios na igreja deve ter como base o dom espiritual e a disposição de liderança espiritual. Segundo a Palavra de Deus o presbítero deve ter as seguintes qualificações: “Irrepreensível, marido de uma só mulher, sóbrio, prudente, respeitável, hospitaleiro e apto para ensinar. Não deve ser dependente do vinho, nem violento, mas sim amável, pacífico e não apegado ao dinheiro. Ele deve governar bem sua própria família, tendo os filhos sujeitos a ele, com toda a dignidade. Não pode ser recém-convertido. Deve ter boa reputação perante os de fora (1ª Tim 3.2-7). Tenha filhos crentes que não sejam acusados de libertinagem ou de insubmissão. Deve ser encarregado da obra de Deus. Não ser orgulhoso, não briguento, não violento, nem ávido por lucro desonesto. Deve ser hospitaleiro, amigo do bem, sensato, justo, consagrado, deve ter domínio próprio e apegado firmemente à mensagem fiel, da maneira como foi ensinada, para que seja capaz de encorajar outros pela sã doutrina e de refutar os que se opõem a ela (Tt 1.6-9). 

A Constituição da IPB também determina nos seus artigos 28, 29, 51 que “a admissão a qualquer ofício depende: da vocação do Espírito Santo, reconhecida pela aprovação do povo de Deus e da ordenação e investidura solenes, conforme a liturgia. Que nenhum oficial pode exercer simultaneamente dois ofícios, nem pode ser constrangido a aceitar cargo ou ofício contra a sua vontade. E que compete ao Presbítero: levar ao conhecimento do Conselho as faltas que não puder corrigir por meio de admoestações particulares; que deve auxiliar o pastor no trabalho de visitas, que deve instruir os novos na fé, consolar os aflitos e cuidar da infância e da juventude. O Presbítero deve orar com os crentes e por eles e informar o pastor dos casos de doenças e aflições. Ele deve distribuir os elementos da Santa Ceia, tomar parte na ordenação de ministros e oficiais; e representar o Conselho no Presbitério, no Sínodo e Supremo Concílio. Ainda lembra nossa Constituição que o presbítero tem nos Concílios da Igreja autoridade igual à dos ministros. 

Portanto irmãos, oremos e escolhamos mais uma vez um irmão segundo a vontade de Deus. Precisamos enxergar a vontade de Cristo, estar em sincronia com o ministério do Espírito Santo. Se assim não for, corremos o risco de viver uma vida religiosa, mas sem o referendum de Deus. Sem isso, com certeza estaremos sabendo muito, cantando muito, falando muito sobre Deus, mas fora do Reino de dele.



Que oremos: “Senhor, queremos homens que nos apascentem com sabedoria e entendimento”. (Jeremias 3.15)

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