quinta-feira, 5 de maio de 2016

FAMÍLIA, NÚCLEO PROTETOR DA CRIANÇA



Quando Jesus esteve no nosso meio, em seu tempo, as crianças eram tratadas como uma segunda categoria de ser humano, assim como as mulheres. A criança sempre sobreviveu alijada dos adultos. Quando Nosso Senhor veio, ele colocou a criança na posição que ela deve ocupar no Reino de Deus. Colocou-a como padrão de vida eterna. Em Mateus 19.13-15 as crianças estavam sendo levadas a Jesus para serem abençoadas, mas os discípulos influenciados pela cultura da época e por seus preconceitos, as rejeitavam e maltratavam. Havia uma situação de violência emocional e espiritual instalada pelos seguidores de Jesus. Assim, Jesus, com ira e indignação defendeu as crianças, valorizou-as, deu-lhes lugar de dignidade. Portanto, Nosso Senhor colocou a criança como referência e exemplo dos cidadãos do Reino. 

Assim como os discípulos, nós também ignoramos a verdadeira natureza do Reino de Deus. Jesus abençoou, acolheu a tratou-as com dignidade. 

Portanto no mês que estaremos falando com mais propriedade a respeito da Família devemos nos lembrar com mais ênfase sobre a presença da criança e a família como “núcleo-protetor” dela. 

No nosso século de guerras, imigrações, violência, separações de casais, ações pedófilas são as crianças que sofrem e que enfrentam todas as formas de risco. A igreja deve ensinar os pais a valorizarem os filhos e educá-los nos caminhos do Senhor. Muitas crianças deixam de vir a igreja por que seus pais não tem compromisso não apenas com a fé cristã, mas também na educação cristã das mesmas. A criança quando trazida na igreja desde cedo, ela terá menores possibilidades de deixar o convívio da comunidade, quando seus pais estão juntos. Muitas famílias se desestruturam socialmente e os filhos acabam por sofrer as consequências que nós mesmos criamos a elas. 

No mês da Família, vamos dar as crianças o lugar que elas já conquistaram com Cristo. Cuidar, educar, tratar, disciplinar os filhos é a função dos pais. Trazê-los para a igreja a fim de aprenderem mais efetivamente a palavra de Deus é ordem deixada pelo Senhor. Com toda certeza, elas não serão nosso futuro, ela são nosso hoje, pois a cada momento que nos deparamos com um infante, somos desafiados a converter-nos para que sejamos dignos do reino de Deus.

“Ensina a criança no caminho que deve andar e quando for velho ela não se desviará dele”.

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