quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

O QUE SERÁ DE NÓS EM 2015?





O ano de 2015 pode ser difícil. Muito difícil. As previsões econômicas e políticas no Brasil não são otimistas. É bem possível que a inflação continue a crescer. O governo federal já anunciou nesta semana uma série de cortes nos direitos dos trabalhadores.

Poderíamos fechar este ano como muitos fazem, desejando uns aos outros “muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender”. Poderíamos correr a beira-mar para, como tantos, darmos os sete pulinhos quebrando as ondas do mar a fim de que conquistemos todos os nossos desejos. 

Mas meus amigos e irmãos, 2015 só depende de nós! Não há mistério, nem superstição ou simpatia que contribua mais ou menos para nossa vida. Somos resultado do que pensamos, falamos e fazemos. Se o fazemos com Cristo no coração tudo irá bem, mesmo quando acharmos que não está bem. Nosso caminhar sempre será sob as vistas daquele que a tudo vê e a tudo dirige. 

Cabe-nos sincronizar-nos todos os dias com Aquele que tem o mundo nas mãos. Então enquanto caminhamos olhamos para frente, tendo satisfação verdadeira naquele que tem o poder da vida e da morte. Porque quer vivamos, quer morramos somos de Cristo, o Senhor. Isso basta! Um forte abraço, daquele que sempre roga em suas pobres preces por vocês.

Continuemos a caminhada da fé, esperando sempre “novos céus e nova terra, onde habita a justiça”.

Que Deus abençoe o ano de 2015   

sábado, 27 de dezembro de 2014

E O QUE VEM DEPOIS DO NATAL?



O Natal passou. As ofertas de compras chegaram. Muitas lojas como de costume acabam por baixar os preços de seus produtos para tentarem dar fim ao estoque que ficou. Muitos vivenciam a ressaca de uma noite de bebedices e gulodices. Vivem agora o amargor de um Natal onde os limites das paixões se perderam entre pagodes e sambas. Para muitos o Natal não passa de uma festa onde a maioria nem sabe porque mais um feriado. Bem, dizem estes, se é feriado, vamos lá para mais uma festança.

Na Igreja Antiga o Natal vem recheado de uma série de símbolos e de significados. O Natal não se celebra em um dia apenas mas em um período. A Igreja Oriental direcionada pelo Calendário Juliano somente celebra a Encarnação de Deus no dia 6 de janeiro e a Igreja Ocidental em 25 de dezembro. Mas a celebração vai além de uma data histórica, ela ultrapassa a ideia popular e ignorante e nos leva a refletir, orar, meditar e consagrar-se a Deus de modo mais salutar e concreto. Não há sentido algum celebrar o Natal se não estamos em comunhão com a Divindade por meio de Cristo, Deus Encarnado. 

Portanto, o Natal traz novas perspectivas de vida. Ao comemorarmos e meditarmos profundamente sobre este acontecimento somos conduzidos a estreitar mais ainda nosso relacionamento com Cristo. Qualquer pessoa que esteja em comunhão mais profunda resignar-se-á a tal ponto de aceitar a soberania divina sobre sua vida. Deus tomou a iniciativa de revelar-se em nossa humanidade. Ao mesmo tempo, que se dedicará mais exclusivamente a Deus. Comprometer-se-á com Ele e com as consequências de uma fé objetiva. Pela fé adotará um estilo diferente e lutará por isso. A história do Natal se completa em nós quando achamo-nos conscientes de nossa condição de miséria espiritual e aceitamos viver debaixo da verdade de que “se Cristo se encarnou e me aceitou, a graça em minha vida é uma realidade cotidiana”. 

O que vem depois das comemorações do Natal? Se forem as consequências naturais de uma vida aos pés de Cristo, então esse caminho é o certo. O Deus dos cristãos tem nome, não é um ser abstrato, etéreo, uma divindade impessoal. Os cristãos verdadeiros se saúdam com o Natal de Cristo. Por meio de Cristo, Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus, encontramo-nos conosco mesmos, e nos expomos a viver em prol dos outros como Ele viveu. A Lei do Antigo Testamento culmina-se em Cristo e nos estimula a viver seus mandamentos de modo que estes não são um fim, mas um meio para a santificação. A regra pela regra não tem sentido algum, diante do Deus gracioso que por amor ao ser humano, planejou uma grande agenda a fim de conquistá-lo eternamente. 

O Natal nos inspira, nos estimula, nos motiva e nos arranca de nossa zona de conforto e nos leva em missão ao mundo.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

O MAIOR ACONTECIMENTO DA HUMANIDADE



Verdadeiramente o Cristianismo é a única religião neste planeta que afirma que a Divindade se fez homem. Durante muitos anos esta afirmação foi contestada dentro da própria igreja, até que no ano 325 (d.C.) a Igreja asseverou as duas naturezas de Cristo: Divina e Humana, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. 

Com o passar dos tempos muitos tentaram ensinar que Jesus Cristo era um deus menor e por isso a Igreja sempre lutou contra as heresias. Você já imaginou se Cristo não fosse Deus realmente? A conclusão que temos é de que se Ele não fosse Deus todo o propósito para a salvação da humanidade e a reconstrução deste planeta estaria fadada ao fracasso. Deus em sua Soberania, em prol de sua busca pelos homens, determinou que nós, feitos a Sua imagem e à Sua semelhança tivéssemos a possibilidade de sermos resgatados pelo sacrifício de Seu Filho, de sua mesma essência embora homem em toda a sua plenitude. Portanto, o Natal não pode e nem nunca será uma festa mundana e comercial. Para os verdadeiros cristãos o Natal se reveste de um conteúdo celebrativo e de grande alegria. O Deus Soberano não ficou longe de nós. O Logos se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos s a Sua glória como a do filho único de Deus.

Assim, os cristãos verdadeiros glorificam a Deus, pois sua encarnação trouxe a esperança de novos céus e nova terra, nos quais habita a justiça. Nosso Natal jamais pode ser comparado e delimitado pelas alegrias efêmeras e motivado por presentes e mimos. 

Longe disso, os cristãos verdadeiros estão conscientes que Deus desceu, nasceu de uma virgem, isso não foi uma teofania, recebeu carne e sangue, tornou-se verdadeiramente homem e viveu como tal, a fim de que fosse nosso representante fiel. Adão no passado, não conseguiu nos redimir pela sua infidelidade, pelo contrário, o primeiro homem trouxe o pecado, mas o Segundo Adão trouxe-nos a vida abundante (Rm 5.12-21).



Você é convidado a aceitar esta verdade: Deus veio em carne e osso, em cheiro e suor, para lhe representar, diante da justiça divina, substituir-nos naquela cruz e ressuscitar a fim de que o Plano Divino fosse perfeito e todos aqueles que o recebessem por meio da fé começassem a viver desde já a alegria verdadeira daquilo que será real e física, eterna e duradoura. O maior acontecimento da humanidade mudou a história do mundo. O Deus verdadeiro se encarnou! Deixe seu coração ser conquistado por Ele!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

NATAL: ESPERA TRANSFORMADA EM FATO


Para que o próprio Deus se encarnasse, houve um tempo de espera e preparação. O tempo conhecido por Advento é um tempo de espera até o momento do nascimento do Rei. Mas, esperar nem sempre é bom. 

Quantas vezes nos desesperamos porque não acontece o que pedimos na hora que queremos? Quantos não esperam ansiosamente a conversão de um ente querido ou a cura de uma pessoa que amamos ao lado de uma cama de hospital? Esperar não é fácil! De uma forma mais profunda, quanto tempo o mundo visível e invisível esperou a encarnação de Jesus Cristo? No mínimo por 5.000 anos. 

Deus se fez homem, habitou entre nós, morreu e ressuscitou para cumprir o plano divino para restaurar o homem e o universo. Agora, o nascimento de Cristo traz um novo significado. A espera tornou-se um fato histórico e uma oportunidade. Oportunidade para compartilhar as boas novas de vida com nossa geração. O mistério que estava oculto pelos século, agora foi manifestado. O medo transformou-se em fé, pois, apesar da luta, por esperar a solução de problemas, podemos crer que assim como Deus prometeu Jesus para nos dar vida, também Ele voltará para abrir diante de nós novos céus e nova terra. 

Assim refletimos, entendendo que o Natal nos encoraja a não desesperarmo-nos enquanto esperamos. O Natal nos ensina a confiar em Cristo mesmo quando passamos por situações terríveis e desesperadoras. Com certeza Deus há de cumprir todas as suas promessas. Se a maior promessa foi cumprida ao enviar Seu Filho, como não nos dará com Cristo todas as coisas? As Escrituras nos afirmam que Deus não é homem para mentir. Se você entregou-se a Cristo pela fé, tenha absoluta certeza que se Ele prometeu que você seria salvo, assim o é e assim o será. Paulo aos Gálatas 4.4, que na plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho. 

Espere a plenitude do tempo na sua vida. Descanse no Senhor, entregue suas inquietações a Ele, desenvolva um espírito de resignação enquanto você não tem visto algo claro com respeito à vontade de Deus. Conheça o Deus que é fiel a seu plano eterno e com certeza Ele o conduzirá dentro de sua vontade. Desenvolva a prática da oração e a vida comunitária entre os irmãos da mesma fé. Continue crendo contra a esperança dos homens que se desvanece. Grande lição o Natal nos ensina. Considere a Encarnação Divina e sua vida esperará não apenas a redenção de sua alma, mas também de seu corpo, eternamente.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

NATAL: ENCARNAÇÃO DO DEUS VIVO


E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. (João 1.14)

A comunhão íntima do Apóstolo João com Jesus lhe dá autoridade de revelá-lo como Deus. Ele revela a grande doutrina de Deus: A encarnação do Verbo Divino. O período natalino não teria razão de ser, se não descobrirmos a razão de nossa fé: Deus se fez Homem. Mas nem todos podem perceber isso. O fato é histórico e espiritual. Historicamente queremos dizer que Deus tocou a nossa história. Não é uma lenda. Espiritualmente não se percebe porque somente alguém que nasce de Deus pode acolher esta verdade eterna. 
Algumas verdades brotam deste versículo:

1. Deus habitou entre nós: Ele não é impessoal, mas o verbo aqui empregado indica que “Deus abriu as abas de sua barraca sobre”. Ele tabernaculou, morou, sendo UM conosco. Sendo Igual na humanidade, porém diferente na essência. Se submetendo a viver com homens, a viver sob os sistemas humanos. Para prover aos homens a vida .

2. Deus habitou cheio de graça e verdade: A partir de agora a glória de Deus está naquele que foi criado. Ao humanizar-se, Deus revelou a sua graça. Jeremias profetizava: “Porei uma nova aliança”. A vida de Jesus é cheia de graça e de verdade do começo até o fim. Jesus revela fortemente a sua graça, a iniciativa de Deus, o favor imerecido, está no cântico de Maria (Lc1.50), na aceitação de José sobre o período de gestação de Maria (Mt 1.23 cf. Is 7.14 – O Deus conosco).

3. Deus habitou revelando a glória de Deus: A glória de Deus foi vista pelos pastores, revelada em Jesus por meio de palavras e gestos. É assim que Ele se revela a mulher samaritana, ao paralítico no dia de Sábado, às multidões famintas de pão, sendo o único meio de dessedentar o árido, na cura do cego, como bom pastor, produzindo a esperança da ressurreição na história de lázaro. Ele é aquele que você pode ver na vida dos seus irmãos. João 17.22: E eu lhes dei a [glória] que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um; POR MEIO DA UNIDADE. 

Neste Natal encontre-se com Aquele que se encarnou, para revelar Aquele que embora tão Infinito é tão pessoal quanto você é. Glória a Ele para todo sempre.