quinta-feira, 8 de março de 2012

Pensando nos Neo-evangélicos na política

É impressionante mas tenho que admitir: O movimento evangélico no Brasil é uma força social. Mas é só. Só isso. Força social porque é uma massa manipulável pelos líderes religiosos. Essa força não tem nada a ver com a fé simples. É uma força política, tem cara de religião, tem jeito de religião mas é apenas força política. A fé é uma desculpa que seus líderes usam para domesticar o "ser humano" que para eles tem mais cara de um "pet". Em nome de Deus se faz tudo, e na ânsia do enriquecimento Cristo é a melhor ferramenta. Não há uma força de essência, de conteúdo. Os líderes é que determinam o que a massa faz. Isso é próprio dos movimentos pósmodernos. É bom que façamos nos entender que o pósmodernismo se caracteriza por esse estilo. Nem Marx e nem Cristo são o centro de seus movimentos nos dias de hoje. O que existe é uma fragmentação total. Se os Marxistas se enfraqueceram, os evangélicos também, pois sequer conseguem conviver com o que é essencial. Destroem-se muito facilmente porque acabam sendo sectaristas. Nunca vi tanto vazio, como vejo dentro das igrejas evangélicas. A igreja evangélica entrou em colapso.

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