segunda-feira, 19 de abril de 2010

As formas de Poder segundo Jesus de Nazaré

Quase todos os dias ouvimos pelos meios de comunicação e dos mais variados púlpitos de igrejas idéias de poder, conquista, vitória e coisas do gênero. Há uma noção de que Deus abençoa com muito poder e domínio, bem como prosperidade aqueles que exercem sua fé nEle. Há também a idéia de que se alguém está subindo na vida ou mesmo atuando em instituições grandes e poderosas econômica e politicamente, tal pessoa, se é um “crente”, ela está cheia do Poder de Deus. Pois dizem que este “poder de Deus” é dado para seus filhos desfrutarem. Assim, é fácil entender que os cheios de poder são os que estão envolvidos com uma “prosperidade sem limites”. Mas isso não é verdade, e explico a razão:
Primeiro, Deus em sua soberania nunca trabalhou com a lei da causa e efeito. Se Deus trabalhasse com a lei da causa de efeito, ninguém poderia ser abençoado em qualquer área de sua vida. Pois se acreditarmos que Deus abençoa os fiéis, excluímos a idéia do que seja GRAÇA. A graça vem da compreensão que Deus concede aquilo que não merecemos, pois todos são pecadores e continuam pecando, pois ainda não foram glorificados. Embora aceitemos a Palavra de Deus e busquemos aprender a viver na fé, continuamos a pecar. Somos pecadores, todos os dias, todas as horas. Ora, se Deus fosse levar em consideração a fidelidade de cada um de nós, “quem seria suficiente para estas coisas” (2ª. Cor. 2.16). De fato, nenhum de nós teria a sua presença. Mas Deus derrama de sua graça não importando se você pecou mais ou pecou menos nesta semana. O fato de desejarmos viver uma vida de santidade reflete que estamos entendendo a cada dia mais o amor de nosso Deus, e é somente isso. Você não pode barganhar com Deus.
Segundo, Jesus mostrou que a visão de Poder de Deus é diferente. Enquanto esteve aqui, encarnado e vivendo plenamente sua humanidade, sabia que dominação e força não são as formas de Deus exercer seu domínio e soberania. Nosso Senhor Jesus Cristo rejeitou absolutamente as estruturas de poder humano porque ele intencionava demonstrar o verdadeiro Poder, uma nova forma de lei e de vida. Este poder envolve serviço, doação, renúncia, sofrimento e morte.
Assim, o verdadeiro modelo cristão não é o de ser maior e sim o menor, de não ser o primeiro e sim o derradeiro, porque quando se é fraco então é que se é forte. É o paradoxo da vida tantas vezes incoerente aos olhos humanos. Se você tem ouvido um evangelho diferente deste, então creia firmemente, este é um “outro” evangelho, o qual Jesus nunca pregou, mas está sendo propagado por pregadores dos quais o apóstolo Paulo já falava na segunda carta aos Coríntios (2ª. Cor 11.13-14).
O que mais deseja o inimigo de nossas almas é que creiamos num evangelho que pode tudo aos olhos do homem natural. Pois esta foi a tentativa de Satanás oferecida ao Senhor quando Este mesmo o rejeitou. Essa mensagem que se ouve por aí, não é absolutamente o evangelho de Nosso Senhor, Jesus de Nazaré e sim a mensagem de “poderosos” deste mundo caído, os quais Cristo aniquilará com o sopro de Sua boca. (2ª. Tessalonicenses 2.8).
(boletim n.15)

Um comentário:

Alexandre Pitante disse...

Paz,

Parabéns, pelo seu trabalho neste blog. Que Deus em Cristo Jesus continue lhe abençoando poderosamente.

Estou seguindo o vosso blog.

Aproveito pra lhe convidar a visitar meu blog também. Avivamento pela Palavra é um blog voltado aos amantes da Bíblia sagrada como Verdade Absoluta e que só através Dela seremos mais crentes e mais cheios do Espirito Santo. Comente, pois seus comentários são muito importante para mim poder estar sempre em melhorias no meu blog.

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Um abraço, Alexandre Pitante.